FASE recebe associações do setor elétrico

Na manhã da última terça-feira (21), agentes do segmento energético nacional, reuniram-se com o Fórum de Associações do Setor Elétrico (FASE), com objetivo de estabelecer um diálogo com as associações dos segmentos de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. No encontro, as entidades puderam apresentarao secretário-executivo do MME, Paulo Pedrosa, suas demandas e quais são os principais desafios enfrentados em cada segmento. 

 

Na ocasião, a ABRAPCH foi representada pelo presidente executivo, Paulo Arbex, e o diretor de CGHs, Cleber Leites, diretor de Ensino e Pesquisa, Gilberto Alves, que levaram ao encontro demandas como a necessidade de aumento de potencial disponível nos leilões para Pequena Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), assim como também a importância de estabelecer a isonomia de tratamento entre as fontes renováveis. 

 

 Durante a reunião, todas as associações puderam marcar uma agenda individual com ministro, Fernando Coelho, e o secretário-executivo, Paulo Pedrosa, do Ministério de Minas e Energia. A agenda com a ABRAPCH está marcada para o dia 07 de julho, e um das pautas a serem apresentadas ao ministro e ao secretário-executivo, é o grande número de inabilitações de CGHs por parte da EPE no 1º LER de 2016. “De 59 usinas cadastradas, 57 foram inabilitadas devido ao grande número de exigências e burocracias impostas pelo EPE, precisamos que o MME nos ajude nesse pleito, pois muitas dessas exigências tem se mostrado inexequíveis, temos certeza que é possível simplificar esse processo e garantir que mais pequenas hidrelétricas participem do 1º LER de 2016”, afirma o presidente da ABRAPCH, Paulo Arbex.

 

O diretor de CGHs da ABRAPCH, sinaliza que o setor elétrico nacional opera com graves problemas, e é necessário que as associações levem ao governo os seus pleitos e desafios, “uma das formas de reverter essas dificuldades, é exatamente o que aconteceu hoje: a união das Associações do setor afim de formular um planejamento que possa ser levado ao ministro e às outras autoridade do governo, pois além do problema precisamos apresentar também as soluções”, completa, Cleber Leites.

 

Fonte: Redação ABRAPCH