Números preliminares de habilitação para A-4 e A-6

| Imagem: Google

A EPE apresentou nesta quinta-feira (23/11) informações preliminares da análise de projetos para habilitação aos leilões A-4 e A-6. Dos 47 GW cadastrados para o A-4, estão habilitados 20,16 GW, mas a fase para receber e analisar recursos de empreendedores está aberta, o que pode mudar esse número. 

Do volume preliminarmente habilitado para o A-4, 50% é da fonte fotovoltaica, ou 10,2 GW. A fonte é a que apresenta a maior proporção de projetos habilitados, 56% do potencial cadastrado (18,3 GW) foi habilitado.

Já as eólicas representam 44% do volume preliminarmente habilitado para o leilão, ou 9 GW. Esse volume representa habilitação de 34% da capacidade cadastrada (26,6 GW). A maior parte das inabilitações resultou da falta de conexão para os parques.

Entre térmicas a biomassa, a primeira fase da habilitação resulta em oferta de 414 MW, de 1.974 MW cadastrados. PCHs habilitaram até o momento 377 MW, de 943 MW cadastrados. E CGHs, por sua vez, habilitaram apenas 45 MW, de 94 MW.

De acordo com análise da EPE, a maior parte das inabilitações de projetos hídricos resultou de inconsistências nos projetos.

A-6

Para o A-6, há risco de que a única hidrelétrica cadastrada, Telêmaco Borba (PR, 222 MW) não participe, porque não apresentou até o momento a licença ambiental. A EPE ainda está processando a habilitação de projetos a gás natural e a carvão cadastrados para este leilão.

Preliminarmente, cerca de 82% dos projetos eólicos cadastrados foram habilitados, ou 21,8 GW de 26,6 GW. Para o prazo do leilão, que contratará energia a partir de 2024, não é necessário comprovar ponto de conexão, como ocorre para o A-4.

Dos projetos a biomassa, cerca de 760 MW foram habilitados na primeira fase, de 2.068 MW cadastrados. PCHs habilitadas até o momento somam 480 MW, de 1.044 MW cadastrados.

 

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Fonte: Brasil Energia.